A secção Registo de Abreviaturas é constituída por abreviaturas de uso corrente à época, da letra A à Z, compreendendo as páginas 813 à 819.

«No apêndice dá-se uma lista de abreviaturas portuguesas e ainda de outras não portuguesas que são empregadas na nossa escrita. Seguiu-se, neste particular, o critério de só incluir as abreviaturas de maior importância para os usos correntes e de maior curiosidade geral para os dois países de língua portuguesa. Não se deu entrada às abreviaturas propriamente técnicas, privativas desta ou daquela disciplina.» («Introdução», p. XI)

Apresentamos, de seguida, o número de abreviaturas por letra:

 

Letra Número de abreviaturas
 A 57
 B 21
 C 64
 D 44
 E  50
 F 26
 G 26
 H 19
 I  11
 J  8
 K  7
 L  23
 M  52
 N  29
 O  17
 P  68
 Q  15
 R  30
 S  93
 T  23
 U  5
 V  39
W  5
X  4
Y 2
Z 3

VOLP-1940

No acervo lexicográfico português, o VOLP-1940 é o primeiro vocabulário ortográfico com a chancela da Academia das Ciências de Lisboa. Foi publicado no ano de 1940 pela Imprensa Nacional de Lisboa, num só volume, com um total de 821 páginas.

Academia das Ciências de Lisboa (1940). Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP-1940) (1940). Lisboa: Imprensa Nacional.

 

Vocabulário ortográfico

Um vocabulário ortográfico é uma lista de palavras na sua forma gráfica oficial com indicação da categoria morfossintática, podendo ainda incluir informações adicionais, como ortoépia, especificidades de flexão, regras de escrita, entre outras. É «um instrumento fundamental para a gestão da ortografia da língua» (Academia Brasileira de Letras, 2017).

In Salgado e Costa (2020), «O projeto Edição Digital dos Vocabulários da Academia das Ciências: o VOLP-1940», in Revista da Associação Portuguesa de Linguística, n.º 7 [no prelo]

 

VOLP-1940 no digital

No contexto português, este projeto vem preencher uma lacuna em relação a obras lexicográficas retrodigitalizadas online pesquisáveis, baseadas em padrões e metodologias atuais que promovem a partilha e a harmonização de dados. Propomo-nos aplicar estes novos princípios – métodos computacionais, padrões interoperáveis e tecnologias semânticas que facilitam a organização de grandes quantidades de dados lexicais – segundo uma metodologia rigorosa e tendo por base necessariamente o conhecimento linguístico e lexicográfico, muitas vezes ignorado ou subvalorizado na era da vertente mais tecnológica das Humanidades Digitais.

  

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